10 melhores álbuns portugueses de 2016

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Da esquerda para a direita:
Still Alive For The Grow, Lotus Fever. Drifter, First Breath After Coma. The New Messiah, Golden Slumbers. Capitão Fausto Têm Os Dias Contados, Capitão Fausto. Pensar Faz Emagrecer, Galgo. Maus Lençóis, Quelle Dead Gazelle. Cara D'anjo, Luís Severo. Liquid Springs, Ditch Days. Sirumba, Linda Martini. Vida Salgada, Filipe Sambado.

Há cerca de um ano atrás falei-vos dos Galgo e de mais umas quantas bandas que iam dar que falar em 2016, e deram.
Correu tinta sobre eles, metemos o som mais alto no rádio do carro quando a música deles passava na Vodafone Fm, quisemos estar na fila da frente, pagar bilhete, decorar as canções e não só os refrões. Quisemos ter os álbuns, mesmo sem termos leitor de CD's, quisemos que o Spotify tivesse uma discografia completa destas ainda tão embrionárias gigantes bandas.
A música portuguesa já viu, sem dúvida, piores dias. Hoje há literalmente uma maternidade onde se dá à luz música, há palcos, palcos secundários, palcos ainda mais pequenos e mais secundários que se enchem de gente que quer sentir a palpitação da nossa cultura musical a mudar de página. Desde a Graça até ao Passeio Marítimo de Algés, de Alcobaça a Paredes de Coura, a vibração é cada vez mais forte, dentro e fora dos festivais, mesmo nas garagens, mesmo na rua, mesmo no metro do Chiado.
Hoje ocorreu-me dizer ao mundo que me orgulho cada vez mais do panorama musical português, ocorreu-me dizer que 2016 proporcionou-me fazer parte dele, que descobri novos sons que melhoraram muitos dos meus dias e decidi escolher os 10 melhores álbuns portugueses de 2016.
Que atrevimento o meu!
Corações ao alto, a música portuguesa é, afinal, excepcionalmente boa!

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